Segunda-feira, Junho 16, 2008

O problema é que sempre abuso de layouts de blogs. Dos meus, é claro.
No momento não suporto ver esse preto todo por aqui, parece que tá tudo escuro e obscuro demais. Precisa dar uma iluminada, sabe? Vida.
Mas eu há muitos anos não passo horas e horas (essa explosão de palavras que remetem ao tempo numa mesma frase ficou estranhíssima, mas whatever) no photoshop editando fotos e fazendo layouts, então que esqueci muito do que sabia. Além disso, há o fator preguiça, que me impede de agir, e então permaneço aqui, inerte. Entro, vejo esse fundo preto sugando minhas energias, perco a vontade de escrever, não consigo achar um layout que preste e aí... Não escrevo.
Alguém me dá uma dica de layout shop BOM pra eu fuçar?

Cara, a vida é o tempo todo feita de ups and downs. Outro dia eu falei uma coisa pra uma amiga minha e ela me respondeu isso, de um jeito interessante. Falei que tinha a superstição de nunca dizer que tava tudo muito bem comigo (mesmo quando eu sentisse que sim) porque sempre que eu fazia isso, 5 minutos depois aparecia uma merda pra desfazer minha frase feliz. E então ela disse que também nunca dizia que tava tudo muito bem, mas que realmente as coisas são assim, ups and downs, um minuto é perfeito, o próximo é um desastre e depois dele talvez venha um outro melhor. O difícil é se acostumar com a idéia de que isso pode sim acontecer. Palavras são simples, ações exigem muito mais.


Aos poucos que lêem isto aqui, perdoem a minha ausência. I'll be back (que nem o exterminador do futuro)!

juliana | 12:39 AM |

Segunda-feira, Março 31, 2008

Eu não gosto de palavras rebuscadas, textos enfeitados, com frases e expressões que, aparentemente, são tão bonitas e inteligentes que nos forçam a parar pra pensar e, no fim, acabos nos achamos um pouco mais burros, porque descobrimos que não entendemos nada. Acho que tudo que é mais simples e objetivo é mais bonito e inteligente. Pra que descrever os fatos com 10 folhas se eu posso me fazer entender com 5 palavras? É tão óbvio.
Essas embromações são detestáveis, pseudo-intelectuais. E como eu vivo dizendo: eu odeio pseudo-intelectuais.

juliana | 8:42 PM |

Sábado, Março 22, 2008

Ser mulher é uma coisa estranha e terrível em alguns momentos; em outros, é tão maravilhoso!
Veja só como somos esquisitas. Sangramos uns 7 dias todo mês (algumas jorram cachoeiras vermelhas pela kekeca, tipo eu) e não morremos de hemorragia... Temos um troço chamado tpm que, não, não é frescurite de mulher, é real, dói, machuca, angustia... Mini-crises depressivas vêm e vão todo mês, que maravilha, não? Ah, e nós inchamos antes da super cachoeira sanguinolenta começar a jorrar, inchamos horrores! Peitos duplicam e doem, barrigas de grávida-de-retenção-de-líquidos surgem e nós viramos aqueles bonequinhos da Michelin, só que mais feios ainda!
E aí, por tudo isso, ficamos tão tão tão chatas, irritadas, impacientes (e todos os adjetivos dolorosos que só mulheres sabem quais são) que nos transformamos em verdadeiras bruxas. Então, vem a linda cachoeira vermelha, nós desinchamos, desestressamos, desagoniamos e nos retransformamos em pessoas quase normais. Tudo isso em um único mês, 30 dias, minha gente, 30 dias! É simplesmente a transformação do cara do filme em Hulk todo mês, todo mês!

Ok, mas há o lado gostoso, o lado que me faz gostar de ser mulher (e das vaidosas). Passar de garota normal a super mulher maravilha com a simples colocação de saltos altos faz com que eu me sinta única; pintar meus olhos e boca com as cores que EU mais gosto, curvar meus cílios, rosas bochechas, olhar no espelho e me sentir boneca (mentira, gente, minha auto-estima não é assim tão presente pra eu ficar me sentindo linda toda vez que me olho no espelho arrumadinha) é tão bom, tão bom, que dá vontade de dizer "aham, papai do céu, obrigada, eu não sou homem e posso me enfeitar o quanto eu quiser."
Cara, e ter peitos? Que coisa linda é ter peitos! Houhauiahiuahuai. Quando eu tou de mal com o mundo eu escondo tudo até o pescoço, quando eu não tou inchaço puro eu mostro 1/10 deles e tenho sempre sempre sempre recheio entre o pescoço e a barriga. Que maravilha é ter peitos, não me sentir uma tábua de passar roupas e ainda poder usar sutiãs bonitinhos pra enfeitá-los.
Poder olhar cachorros e gatinhos em todo canto e berrar (quase miando) "oh meu Deus, que coisa fofa, gutchi gutchi, ownnnnn" sem acharem que sou viado, doida ou drag (só mulher e pronto, TCHARAAAM); ficar abraçada com alguém do mesmo sexo sem que isso seja motivo pra me taxarem de lésbica; ser enchida de mimos de vez em quando... La lá lá lá lá. Meu Deus, tem tanta coisa que me faz adorar ser mulher que se eu fosse escrever aqui gastaria no mínimo uns 10 dias...


[acho que eu escrevi tudo isso porque menstruei :P]



ps: passei um tempão sem postar porque o pc tava pifado.







juliana | 2:24 PM |

Terça-feira, Fevereiro 19, 2008

Eu choro em quase todo filme que vejo. Eu adoro comédias românticas. Adoro ver casais esquisitos ou engraçados se desentendendo e entendendo. Eu tenho medo de ir ao cinema sozinha. Adoro ficar de blusão em casa sentindo o vento entrar por todos os lados. Eu tenho mania de enrolar meu cabelo mais do que ele já é enrolado. Eu escrevo todas as noites na minha agenda, antes de dormir, e quando tou com muito sono eu escrevo "desculpe, agenda, mas eu preciso dormir". Eu prometo que vou fazer 1000 abdominais todo dia, mas eu nunca faço. Eu sou apaixonada pela minha mãe. Eu fico realmente muito chata na tpm, pensando sempre as mesmas coisas de todas as tpms, mas mesmo assim, em toda tpm eu penso "será que vou ficar assim, pensando essas coisas podres, pra sempre?". Eu costumo falar muito das pessoas que gosto. Odeio o meu cabelo e acho que meu nariz é uma bolinha. Eu fico possessa porque não tenho ninguém pra conversar em inglês comigo e saio assistindo filmes com a legenda em inglês pra me consolar. Adoro sombras e maquiagem, mas na hora de me arrumar pra sair, uso muito pouco. Eu gosto da Britney Spears, e fico todo dia torcendo pra ela ficar bem. Eu queria trazer todos os cachorros que vejo na rua pra minha casa. Eu queria ter um gato também, mas ele não iria gostar das minhas cachorras. Eu adoro sapatos, e um dia vou ter uma coleção gigantesca deles. Sempre penso mil coisas pra escrever e acabo não escrevendo nada. Eu amo, adoro, sou louca por fotografias. Eu sempre prometo que um dia vou ter a câmera que quero, o dinheiro que quero, e vou fazer os cursos que quero. Eu odeio fazer planos, mas faço. Às vezes eu me sinto muito sozinha. Quando eu era mais nova, costumava escrever poemas quando tava muito triste. Eu tive um hamster que foi meu melhor amigo. As minhas unhas são redondas, e eu as acho muito bonitinhas e femininas. Eu adoro observar o comportamento das pessoas (mal de estudante de psicologia?). Eu sempre faço caretas pro espelho. Gosto de dormir até meio-dia, almoçar e dormir de novo (se eu pudesse sempre...). Às vezes eu me sinto chata. Às vezes eu me sinto feia. Às vezes eu me sinto legal e bonitinha. Às vezes eu me sinto feliz.

juliana | 2:55 AM |

Sábado, Fevereiro 02, 2008

Depois de uma situação inusitada, chego à conclusão esquisita de que entregar-se ao fracasso não significa fracassar exatamente.
Se você é muito acostumado com vitórias e sucesso, o fracasso é um monstro, um medo, um perigo, uma assombração. Pior ainda se você não aceita a idéia de algo dar errado em algum momento da vida, porque quando, de fato, alguma sai do controle e a merda acontece, o peso que cai em cima das suas costas é muito maior. Portanto, repito novamente que penso que se expor ao fracasso não significa fracassar.
As pessoas (eu me incluo nisso) sabem que nada é perfeito, mas insistem em não aceitar isso.
Brilho, sucesso, sorrisos, elogios, vitórias... Quedas. Elas fazem parte da vida e são necessárias. Muito.
O que quero dizer com isso tudo é que aprendi na prática que a única solução pra gente aprender a não sofrer tanto quando algo ruim acontece é se expor às situações. Dar a chance pra possibilidade de algo dar errado. Não digo nem pra tentar aceitar que nem tudo dá certo, porque eu sei que na verdade ninguém aceita isso, nem eu, nem você e nem quem repete mil e duzentas vezes.

Acho difícil falar essas coisas todas sem explicar o que tá acontecendo, então, mesmo não gostando mais de falar da minha vida pra blogs, flogs, orkuts e etc, eu vou contar: eu vou reprovar numa cadeira na ufma. No fundo no fundo, vou reprovar porque quero, já que a decisão de não ir fazer a prova final é minha. Eu, no meu mundo nerd de provas e trabalhos sempre perfeitos, nunca pensei que algum dia eu pudesse chegar a ficar de prova final numa disciplina. Mas por que diabos eu pensava isso? Eu sou humana, não sou perfeita. Era muita pretensão achar que as coisas ficariam bonitinhas o tempo todo.
Apareceu um professor imbecil-filho-da-puta-mongol-careca-do-inferno, uma cadeira que tá no curso sem necessidade (já que a gente nunca vai usar pra nada), uma turma acomodada e deu nisso. Eu queria desistir na 2a nota ainda, como metade da sala fez, sei lá o motivo de ter continuado, só sei do resultado. E eu não vou fazer a prova final, vou procurar pra fazer em outro curso, com um professor aceitável. Não vou fazer porque eu não quero, e porque na verdade tou achando uma ótima situação pra aprender que todo mundo fracassa, inclusive eu.
Todo mundo falha.
Todo mundo falha, sim.
Mas ninguém aprende mesmo que pra falhar, basta estar vivo.

juliana | 1:14 AM |

Segunda-feira, Janeiro 07, 2008

Eu fico lendo alguns blogs de vez em quando, pela vida, e acho que algumas pessoas (pelo menos as que eu visito) escrevem tão bonitinho! Entendem o que é escrever bonitinho? Pois é, é isso mesmo. E o engraçado é que fico imaginando como elas falariam o que tão escrevendo, o tom de voz, as expressões faciais e coisa e tal, e é incrível, algumas escrevem exatamente como falam! Mesmo assim ainda é tão bonitinho... Definitivamente, eu não sei escrever coisas engraçadas, ou muito bonitas, ou muito profundas, tocantes, lições de vida, reflexões... Acho que meu eu-lírico é sério, muito sério. Muuuuuito sério. Quase sem graça, coitado. Ainda bem que nunca pensei em ser escritora, porque acho que eu venderia UM livro, pra mim mesma (claro, quem não pára pra reler certas coisas que escreve, quando não tem nada mais útil pra fazer?).

Meu eu-lírico não é criativo, não é bem-humorado e tem uma cara de bunda terrível, com óculos fundo de garrafa. Credo.


juliana | 2:09 AM |

Segunda-feira, Dezembro 31, 2007

Algumas coisas pra fazer antes de morrer:


Conhecer a Irlanda (e todos os lugares de lá que a Marian Keyes fala nos livros dela). Criar uma vaca. Criar um jumento. Viajar num navio. Fazer um curso de fotografia. Ter uma câmera fotográfica profissional. Fazer aulas de dança. Morar num apartamento.
...
depois eu continuo. ;)

juliana | 3:59 AM |

Terça-feira, Dezembro 25, 2007

O que é tá tendo ali?
Uma feira de empreendimentos.
Mas que tipo de empreendimentos?
Ah, empreendimentos, pô. Empreendimentos. Do comércio.
Mas que tipo?
Ah, esses empreendimentos que a gente conhece.
¬¬



Por que algumas (muitas) pessoas têm tanto problema (medo) pra dizer "eu não sei"?
Qual é a grande questão em admitir que não se sabe alguma coisa? Vergonha de...? Medo de...?
Isso é chato. Eu sei que posso ter 333³ defeitos, mas uma das minhas virtudes é admitir que não sei alguma coisa, quando eu realmente não sei. Eu prefiro dizer que não sei (quando realmente não sei) e me dar a chance de aprender, do que me calar e passar por intelectual (calada).



juliana | 11:21 PM |

Terça-feira, Novembro 27, 2007

Eu fico espantada e às vezes muito triste quando paro pra prestar atenção em detalhes que mudaram com o passar do tempo.
As pessoas, os amigos, as relações. Tudo muda tanto, e nem sempre é de um jeito gostoso. Tava olhando meu fotolog, meus arquivos de 3 anos atrás, os comentários... Meu Deus, as pessoas mudam muito! Eu sinto falta do carinho e da presença constante. Eu sei que o tempo passa e tudo muda, mudar é inevitável (na verdade, pra mim, a mudança é consequência de se estar vivo), mas algumas mudanças doem quando paro pra pensar nelas.
Era tudo mais gostoso quando as brincadeiras não eram tão pesadas e de tão mau gosto. Quando demonstrações de carinho não eram xingamentos...
Definitivamente, olhar arquivos de fotologs e blogs não é pra mim.





juliana | 12:09 AM |

Segunda-feira, Novembro 12, 2007

Essa tendência à inércia, acho que ela realmente existe. Literalmente.
Existem mil coisas pra fazer, textos pra ler, provas pra estudar, coisas pra pesquisar, roupas pra arrumar, mas acho que a cadeira do computador - que deixa minha coluna doendo exageradamente - me prende aqui. Quanto mais coisas importantes aparecem, mais eu procuro as "desimportantes" pra fazer. Ou melhor, nada faço. Olho fotos, blogs, textos, tudo legal e interessante... pra mim; pros professores e provas, não.

As pessoas (e as coisas) tendem à inércia. Tendem a ficar estagnadas, no zero. E eu sou uma delas, feliz e infelizmente.
Essa tendência a ficar parada é tão gostosa e envolvente que por mim eu passaria o dia todo aqui, fazendo nada, pensando tudo e executando coisa alguma. Quanto mais obrigações eu tenho, menos quero fazê-las. Olhar a brancura do teto, a luz do monitor, as poucas estrelas do céu e a lua em forma de sorrisinho irônico, o breu que aparece quando tou de olhos fechados...
Fazer nada é a coisa mais gostosa do mundo (mas só quando existem, por trás de tudo, obrigações deixando de ser cumpridas). E isso é fato. Fato comprovado por mim.

[Meu cérebro pode até saber que quando ele tá em movimento, tende a permanecer em movimento, e quando tá parado, tende a ficar parado, mas ele insiste em não ensinar isso pro resto do meu corpo!]





.
[ah!eu adicionei uns blogs ali do lado, e um fansite da britney! haiouhaouiahoiuahuaihaiuhaoiua eu ando gostando dela, qualé? ¬¬ ouço britney bitch o tempo todo!]

juliana | 11:13 PM |

Terça-feira, Outubro 23, 2007

Por que às pessoas insistem em dar palpites totalmente desnecessários?

Quando eu, faltando três meses pro vestibular, decidi que queria fazer Psicologia em vez de Direito (depois de ter passado uma pirralhice inteira dizendo que cursaria Direito, Direito, Direito), eu tive que ouvir os comentários mais estúpidos do mundo, do tipo "se-você-quer-morrer-de-fome-faça-psicologia-mas-se-quiser-ter-algum-sucesso-na-sua-vida-um-dia-faça-direito-ou-medicina"... de Deus e o mundo. Quer dizer, dos coroas e afins (desculpem-me, pessoas mais velhas, mas não costumo ouvir nenhum comentário desse tipo de gente que está dentro da universidade ou recém-formados inteirados quanto a mercado de trabalho etc). Primos mais velhos, tios, everybody, exceto papai e mamãe. E então eu, por inúmeras vezes, ouvi tudo caladinha, cheguei em casa, coloquei a cara no travesseiro e chorei, chorei, chorei.
E aí eu passei no vestibular... pra Psicologia. E comecei a cursar, ora bolas. E acho que essas pessoas todas que me disseram 333 asneiras desistiram de tentar me persuadir, porque mesmo me falando mil coisas, eu não fiz o famoso direito-ou-medicina.
Eis que hoje... quase três anos depois, surge um comentário idiota desse tipo, coisa que eu não ouvia há tempos. E eu me pergunto POR QUE DIABOS as pessoas TÊM sempre que arranjar um jeito de fazer os comentários mais nonsense da face da Terra? Por que elas não lêem um livro, assistem televisão, fazem sexo, e em vez disso vêm pentelhar nossos ouvidos com perguntas e comentários desnecessários?

Isso aqui é definitivamente um desabafo, já que tou cansada de ouvir tanta asneira de gente que estagnou no tempo. Eu não tenho nada contra médicos, advogados, juizes, desembargadores, etc, mas eu nunca achei que eles são os únicos do mundo a serem realmente bem-sucedidos, felizes com suas carreiras, cheios de dinheiro, profissionais exímios. Se fosse assim, eles seriam as únicas pessoas ricas do planeta. Mas não são (e mesmo que fossem, por que todo mundo tem sempre que colocar o dinheiro como único sinal de sucesso?). Existem zigalhões de psicólogos, enfermeiros, publicitários, professores, assistentes sociais, cientistas sociais, engenheiros, e mais 48504958409 de profissionais, que vivem muito bem. Alguns riquíssimos, alguns não tão ricos, mas estáveis, e alguns instáveis, mas contentes com suas profissões, realizados. Isso não basta?


THAT'S ENOUGH!

juliana | 11:37 PM |

Quarta-feira, Outubro 03, 2007

Eu tenho um segredo. Um segredo bem idiota. Estúpido, talvez. Mas, já que dizem que todo mundo na vida tem um podre, esse deve ser o meu: ando olhando o britney.com/noticias todos os dias. Ando viciada em notícias da pobre Britney Spears! O mais bizarro? Ando BAIXANDO músicas da Britney Spears! E o inacreditável? Indo pra ufma, passando mais de 30 minutos no ônibus, as músicas que mais têm me divertido (e quase me fazem dançar no meio da galheeera no buuus) são... as da Britney!

Tudo começou porque eu tava com muita pena da coitadinha. Meu coração é mole demais, e eu fico muito sensibilizada quando acho que as pessoas estão sofrendo - as de perto e de bem longe também. Ela raspou a cabeça, mostrou a xandanga, engordou horrores e todo mundo só fala mal da pobrezinha. Oh, meu Deus, fico tão compadecida (e não, isso não é uma ironia)! Pobre Britney, por que não a deixam em paz? As pessoas se divertem com a desgraça dos outros, e eu não posso me excluir disso, porque muitas vezes ajo assim também. Porém... a Britney, eu fico realmente muito triste por ela. Às vezes quase choro vendo as coisas horríveis que falam da coitada. E ela já foi tão linda, e pareceu ser tão feliz! O mundo é realmente muito estranho.



Ok, chega. Acabou a overdose de Britney aqui. Era só um desabafo. E agora todos sabem do meu segredo: acho que virei fã da Britney Spears, e justo quando começou a decadência dela.

juliana | 9:57 PM |

Terça-feira, Setembro 18, 2007

E quem se importa?
E quem realmente se importa?
E quem ouve?
E quem pensa?
E quem se importa?
QUEM SE IMPORTA?

juliana | 1:00 AM |

Sexta-feira, Setembro 14, 2007

Se ela gosta de rosa, é patty. Se ele só usa preto e tem o cabelo comprido, é “rockeiro filho-da-puta”. Se ela gosta de ouvir Britney Spears e Cristina Aguilera, é teen. Se ele usa lápis de olho, é emo. Se ela passa dois dias chorando, é depressiva. Se ele toma um porre em público, é metido a doidão. Se ele lê Schopenhauer e ouve mpb, é intelectualóide. Se ela só vai de saião e chinelo, é hippie. Se ele só usa roupas de marcas famosas, é playboy.


Eu odeio estereótipos, definitivamente. Visões estereotipadas me deixam muito fula da vida.

juliana | 5:48 PM |

Quinta-feira, Setembro 06, 2007

Eu tava conversando com um conhecido sobre O Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças, sobre a possibilidade de poder apagar completamente alguém da memória. Eu disse que, do jeito que sou impulsiva, num momento de raiva podia acabar apagando tudo e todo mundo. Ele disse que não, principalmente quem ele não gosta, pra não correr o risco de "abaixar a guarda". Eu não discordo, até porque acho que ele tem razão. A questão é que eu não sei ser assim.
Talvez tudo na vida mereça mesmo uma segunda chance. Digo isso porque, apagando completamente alguém da minha memória, eu teria a chance de conhecer de novo tal pessoa. E da segunda vez podia dar certo, não?

juliana | 8:06 PM |


quem escreve?
juliana, 20, psicologia, ufma, amizades, namorado, rosa, preto, fotografia, literatura, agatha christie, marian keyes, sorvete, pizza, cachorros, bebês, comédias românticas, romances policiais, sono, dois travesseiros, chuva, filmes no fim-de-semana, lost, evangeline lilly, canetas, agenda, vacas, música, danças loucas, telefonemas, madrugadas acordada, juliana



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